sábado, 24 de abril de 2010

Curta e grossa...

Eu queria mesmo era parar de voar e aterrisar! Por meus pés no chão e continuar seguindo meu caminho de sempre, aquele sem rumo e sem direção mas que eu sabia que uma hora eu ia chegar em algum lugar bacana.

sábado, 17 de abril de 2010

Lembranças.... boas ou ruins?

Ela sabia que uma festa de despedida daquele lugar não era uma boa idéia. Isso porque desfazer de lá era selar o fim de uma história, mas sabia tbm que não podia dar adeus de outra forma, afinal vivera as maiores alegrias ali e nada mais digno do que despedir com mta alegria ( ou pelo menos uma aparente alegria).
Bebeu, bebeu e bebeu, festejou bastante, mas a hora de ir embora foi realmente dolorosa. Não só pra ela, mas pra todos. As pessoas que ali estavam sabiam de quanta vida tinha naquele lugar que agora estava sendo assassinado.
Esse dia não será esquecido, não somente por ter sido o último que lá esteve, mas tbm por ter tomado o maior porre que já havia conseguido.

sexta-feira, 19 de março de 2010

Tempo Tempo Tempo

"Eu queria que eles se separassem rápido!", ela escutou ele dizendo isso e assustou-se! Pois ele foi dizer justamente a ela, que tanto desejou o contrário.
Não sabia com o que se assustara mais, se com a fala ou pelo fato de já se conhecerem a tanto tempo e nunca ter ouvido nenhum tipo de comentário de tamanha importância, ele era mesmo mto fechado.
A conversa se estendeu por um tempo, de tantas que tiveram essa com certeza foi a mais intensa, ele dizendo de suas insatisfações desde criança e ela lembrando de como sempre foi satisfeita com quase tudo.
Ela respirou aliviada por saber que esse era um problema "comum" e ao mesmo tempo se entristeceu solidária a seu amigo de tantos anos que nesse instante já retomara suas tarefas como se aquilo não tivesse sido dito.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

É amor!

Eu te olho e sinto medo!
Medo, desejo, carinho, paixão, amor, segurança....
Você me faz sentir o mais nobre dos sentimentos e qndo me vejo assim, totalmente entregue, enlouqueço!
Isso pq eu perdi o controle da situação e indignada porém satisfeita te abraço e me protejo de tudo!

Sorte ou azar?

Bem... não digo que estou infeliz pois, afinal, tenho tido algumas realizações e surpresas que acabam me tranquilizando um pouco mais. Mas eu, como todo humano que se preze, acabo me convencendo que não tenho o bastante.
Eu conformo com a mudança de atitude das pessoas, até pq os caminhos escolhidos por cada um são distintos e então cada máscara é colocada em seu devido lugar. Parafraseando o Chapolin eu diria: "Sigam-me os bons!" as vezes esses não são os que esperamos.
Sei que parte disso chama-se crescimento mas não me canso de deixar claro o quanto é difícil esse desapego de tudo que conquistei e por uma lei da vida tenho que abrir mão.
As vezes especulo demais!
As vezes tenho medo demais!
As vezes choro demais!
As vezes sou dramática demais!
As vezes espero demais!
As vezes eles ainda não se foram!
As vezes eles se foram mas nem tanto assim!
As vezes reclamo demais!
As vezes não agradeço o suficiente!
As vezes não falo o que tenho que dizer!
Enquanto isso eu continuo insistindo na infantil idéia de querer reviver o que já passou!

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Amigos, amigos..............

Do dicionário:
amizade (latim vulgar amicitas, -atis)
s. f.
1. Afeição recíproca entre dois entes.
2. Boas relações.

Uma relação tão simples que pode virar complicada. Não sou bem a pessoa pra dizer isso pois vivo metendo os pés pelas mãos e complico tudo, ainda que não seja propositamente.
Sofro com o desapego das pessoas e com desilusões a cada instante, pois a verdade é que todo ser humano espera essa reciprocidade que o dicionário usa como definação da palavra e eu, uma carente insaciavél, busco isso incansavelmente. (talvez seja esse o motivo pelo ql sofro tanto)
Eu acredito na amizade e na sensação boa que ela traz (vivo isso), me sacrifico por alguns que julgo essenciais e mesmo que, aparentemente, seja em vão, levanto e sigo meu caminho deixando, ou não, para trás, aqueles cuja minha confiança está cegamente depositada.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Poucas palavras.

Em noites como essa de luar esplêndido, a vontade que sinto é de pegar meu violão e tocá-lo a noite inteirinha admirando tamanha beleza. Nessas horas é que bate saudade de tudo que já se foi, me refiro ao sítio, onde eu era surpreendida a cada vez que ela surgia atrás da serra e mesmo morrendo de frio ficava horas a observando, por vezes sozinha, outras nem tanto.
Saudade.
Emoção.