quinta-feira, 23 de julho de 2009

Reciclagem

Eu queria reconstruir, juntar todos os pedacinhos que sobraram e ir montando um quebra cabeça com essas infinitas peças.
Não sei por quanto tempo seria assim, também não gosto de prever um fim. Prefiro um novo começo, mas se as migalhas ainda são utéis pq não utiliza-las?
Continuo sem saber o que eles pensam, mas eu ainda luto pela reconstituição.
Embora as dúvidas e as mágoas ainda permaneçam, olho pra trás e sinto saudade daquilo que nunca existiu.

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Tem dia que me dá vontade de vir aqui e falar um monte de coisa pra um tanto de gnt, mas me falta coragem, e tbm não adiantaria nada já que isso funciona qse como um diário online só com alguns espiões... rsrs...
Mas tem uma frase q resume tudo e hj eu vim dxa-la aki:
"As pessoas só lhes são suas qndo lhes convém."
Sem mais.

sábado, 27 de junho de 2009

"Dxa, dxa eu dizer o q penso da minha vida preciso dmais desabafar!" parte II

Viver essa situação fica cada vez mais difícil, sinto que a qlqr hora cairei e não terei mais forças para levantar.
A todo o momento uma solidão inconsolável toma conta de mim, chega a ser incompreensível para quem me rodeia e qnto mais eu preciso deles ao meu lado, mais eu os espanto com a falta de controle sobre meus sentimentos contraditórios
É estranho estar assim! Logo eu que sempre idolatrei tanto o “retrato de uma família”! Perguntas sem respostas surgem a todo tempo e me dxam ainda mais confusa e o que mais dói disso tudo é ter que assistir tudo de camarote e não poder fazer nda.
Da maneira que for, só espero que isso acabe logo! Se é que isso tem fim.

terça-feira, 16 de junho de 2009

Desabafo

Foi embora. Sem demais preocupações de como havia de estar todas aquelas pessoas que estavam a sua volta. Foi-se sem hesitar, sem chorar.
Ficam sentimentos confusos, diriam-se contraditórios, ora raiva, ora amor, mas existia um único que reinava entre todos e que podia ser mto bem identificado: medo.
Medo do futuro. Em meio dos planos malucos de uma nova construção lá estava ele, em meio de uma roda de amigos conversando a toa, mas com a cabeça grudada onde por instantes deveria estar descansada, lá estava ele, durante uma sessão de terapia, lá estava ele, durante mais uma noite de sono mal dormida, lá estava ele. E por mais que tentasse afastá-lo parecia ser mais forte e aquela batalha já se dava por vencida.
A curiosidade pra saber como está o outro lado tbm invade o pensamento que em mais um ato paradoxal some, surgindo o ódio de estar sendo assim.
Talvez seja cedo demais pra dizer "é melhor assim", e sem ter consolo maior, lágrimas indecifráveis escorrem no rosto em busca de mais essa pergunta sem resposta.

sábado, 6 de junho de 2009

Ele falando por mim.

"Mas como eu começo depois do fim
O som da porta batendo atrás de mim
Minha vida se parte em pedacinhos pequenos
O que restou, o que dizer, prá quem ligar, aonde ir?
O vazio total e a urgência de recomeçar
Em que casa, em que rua, em que mundo eu vou morar?
Onde eu vou entre o fim do trabalho e o começo do sono?
Prá te esquecer me entrego pra qualquer bobagem na TV
E eu rezo pra dormir
Mas Deus não quer me ouvir
Eu tento resistir
Enquanto a noite e o céu desabam sobre mim
Sobra espaço no armário e agora aqui
O vazio na alma, na cama e ao redor de mim
Caio em prantos na rua e nem ligo,
Me acostumei com vexames
Volta pra mim, me mostra onde eu errei e te perdi
E eu rezo pra dormir
Mas Deus não quer me ouvir
Eu tento resistir
Enquanto a noite e o céu desabam sobre mim"
(Depois do fim _ Leoni)

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Uma história.

Na verdade, ela tinha sim medo de chuva.
Gostava muito do cheiro da terra molhada quando passava a garoa, mas durante uma tempestade, se trancafiava dentro do quarto e só não entrava debaixo da cama porque já era suficientemente grande para isso.
Ainda tenho dúvida do que a assustava mais, os raios,os trovões ou só a água que descia desenfreadamente. Acredito que os raios e trovões que lhe deixavam assustada, as vezes a chuva passava despercebido.
Achava estranho quando chovia vários dias seguidos e sem dar explicações o sol aparecia com um sorriso intenso e mesmo sem entender gostava daquele brilho fabuloso, aproveitava como nunca, durasse pouco, durasse muito.
Sem saber como estaria o dia seguinte, dormia com medo num sono leve, quando sonhava, utopizava um mundo sem mais chuvas, acordava curiosa e corria em direção a janela em esperança de que aquilo tornasse real.
Seu sonho nem sempre fazia-se real, entretanto ela entendia que não podia ter o controle daquele tipo de situação e acomodando-se com tempestades costumeiras, seguia com seus sentimentos contraditórios de medo e coragem.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Banalidade

Se tudo fosse fácil o amor seria banal!